Pode parecer piegas, mas na eleição para presidente, governadores e senadores não existem dúvidas: o candidato mais votado é o eleito.
No caso dos deputados federais, no entanto, a conta não é tão simples assim. Estes parlamentares são escolhidos a partir de um sistema proporcional de lista aberta.
Cada Estado conta com um número de vagas específicas na Câmara dos Deputados, proporcional ao tamanho de sua população.
De quatro em quatro anos, as 513 cadeiras são distribuídas não somente pelos votos recebidos diretamente pelos candidatos, mas principalmente por meio do volume de votos acumulados por um partido ou coligação.
As eleições 2018 contarão com algumas novidades. Uma delas é que os candidatos terão de ter uma votação nominal mínima para serem eleitos. A regra deverá impedir que candidatos com um número inexpressivo de eleitores consigam chegar à Câmara.
Entenda como funcionará o sistema proporcional nas eleições 2018 e saiba mais sobre as funções de um deputado federal nas perguntas e respostas abaixo:
Como um deputado federal é eleito?
A eleição de deputados federais, estaduais, distritais e de vereadores depende dos votos conquistados por um partido ou por uma coligação, e não somente pelos candidatos em si. É o chamado sistema eleitoral proporcional.
Na urna, o eleitor pode escolher votar tanto no candidato de sua preferência, como no número de sua legenda preferida. Todos os votos, inclusive os nominais, são contabilizados para os partidos e coligações.
Para saber quantas cadeiras cada partido ou coligação terá direito é preciso calcular dois números: o quociente eleitoral e o quociente partidário.
O quociente eleitoral é a divisão do número de votos válidos pelo total de cadeiras que deverão ser preenchidas. Como na Câmara dos Deputados cada Estado da federação conta com um número específico de vagas, é preciso calcular um quociente eleitoral para cada região. Para esta conta, não são levados em consideração os votos nulos e brancos.
Nas eleições 2018, candidatos deverão alcançar pelo menos 10% do quociente eleitoral para serem eleitos
Atualmente, São Paulo é o Estado com mais deputados: 70. Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins são os menos representados, com oito parlamentares para cada um.
Mas o que realmente pode fazer toda a diferença são as verbas que esses parlamentares devem trazer á suas regiões.
A vocês meus amigos prometo trazer, durante esse pleito, informações sempre atualizadas e que possamos juntos trazer um novo rumo para esse combalido Brasil.
Comentários: Analfablog
Revisão: Analfablog
No caso dos deputados federais, no entanto, a conta não é tão simples assim. Estes parlamentares são escolhidos a partir de um sistema proporcional de lista aberta.
Cada Estado conta com um número de vagas específicas na Câmara dos Deputados, proporcional ao tamanho de sua população.
De quatro em quatro anos, as 513 cadeiras são distribuídas não somente pelos votos recebidos diretamente pelos candidatos, mas principalmente por meio do volume de votos acumulados por um partido ou coligação.
As eleições 2018 contarão com algumas novidades. Uma delas é que os candidatos terão de ter uma votação nominal mínima para serem eleitos. A regra deverá impedir que candidatos com um número inexpressivo de eleitores consigam chegar à Câmara.
Entenda como funcionará o sistema proporcional nas eleições 2018 e saiba mais sobre as funções de um deputado federal nas perguntas e respostas abaixo:
Como um deputado federal é eleito?
A eleição de deputados federais, estaduais, distritais e de vereadores depende dos votos conquistados por um partido ou por uma coligação, e não somente pelos candidatos em si. É o chamado sistema eleitoral proporcional.
Na urna, o eleitor pode escolher votar tanto no candidato de sua preferência, como no número de sua legenda preferida. Todos os votos, inclusive os nominais, são contabilizados para os partidos e coligações.
Para saber quantas cadeiras cada partido ou coligação terá direito é preciso calcular dois números: o quociente eleitoral e o quociente partidário.
O quociente eleitoral é a divisão do número de votos válidos pelo total de cadeiras que deverão ser preenchidas. Como na Câmara dos Deputados cada Estado da federação conta com um número específico de vagas, é preciso calcular um quociente eleitoral para cada região. Para esta conta, não são levados em consideração os votos nulos e brancos.
Nas eleições 2018, candidatos deverão alcançar pelo menos 10% do quociente eleitoral para serem eleitos
Atualmente, São Paulo é o Estado com mais deputados: 70. Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins são os menos representados, com oito parlamentares para cada um.
Mas o que realmente pode fazer toda a diferença são as verbas que esses parlamentares devem trazer á suas regiões.
A vocês meus amigos prometo trazer, durante esse pleito, informações sempre atualizadas e que possamos juntos trazer um novo rumo para esse combalido Brasil.
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