segunda-feira, 8 de julho de 2019

Política atual - Primeiro Ato.






     Estava relendo, pela terceira vez, a obra impagável que nos conta a saga de Lampião o Rei do Cangaço quando, sem saber porque, encontrei-me pensando em nosso brasil  nos dias atuais, e com isso dou início a mais essa verve de pensamento sobre o instante em que se encontra a nação em seu mais escabroso momento político.
   Múltiplos são os caminhos - e vários os descaminhos - para o ingresso na atividade parlamentar.
     Há rotas impensáveis, muitas delas até Satanás as desconhece.
    Renan Calheiros, apenas como exemplo, ingressou no cenário político pelo tortuoso e nefasto acesso a galeria à esquerda de quem chega.
       Iniciante, recém chegado alistou-se onde mais se identificava: O PC do B, cujo ícone maior e ídolo social a ser fielmente seguido era o ditador Hoxha da Albânia.
      Ora até as cabras alpestres que pastavam indolentes em solo Albanês sabiam que o teor do catecismo do ditador vermelho era tão raso quanto ribeira nordestina.
      Renan demorou muito a se descobrir filho e adorador de uma pátria de ficção, mas o estágio nas fileiras do partido comunista ensinou-lhe uma das duas lições que carimbariam sua trajetória política: Quem bajula um Hoxha, bajula qualquer um, quem segue um Hoxha segue qualquer um.
      Com base nesse sucinto exemplo temos um frágil e inicial retalho de compreensão, uma tênue luz a nos conduzir a um  entendimento mais claro sobre as atitudes, pensamentos e posições de certos parlamentares de oposição ao governo que aí está, diga-se de passagem legalmente eleito pela maioria absoluta dos brasileiros.
     Claro que poderíamos, tranquilamente, seguir divagando nesse riquíssima linha de pensamento visto que o material é farto e os exemplos abundam, mas porque? qual o lucro? em que se pode auferir algo falando mais do mesmo?
     Tudo mais que possa comentar está nos noticiários diários, nos blogs ou nas redes sociais, e nada parece assustar ou envergonhar os autores dessa nefasta peça política.
     Todos sabemos quem é quem, o que nos difere é: Uns condenam, outros aceitam e há os que "nem ligam".
     Essa é a saga da peça de teatro macabra em cartaz por tempo indeterminado, resta-nos apenas aguardarmos o Grand Finale.

Texto: Analfablog (Paulo Reis)
Comentários: Analfablog (Paulo Reis)
Revisão: Sandra Fernandes

sábado, 6 de julho de 2019

Corrupção Brasil - Os príncipes e a maçã.

               
          Bom, achei que seria válido reproduzir essa entrevista no meu blog, pelo seu conteúdo, que nos faz um retrato absurdamente claro do caos em que vivemos enquanto passivamente aguardamos que as coisas se resolvam por si mesmas. 

      Pois bem, por mais controverso que possa parecer e apesar dos brados uníssonos de seus defensores existe uma quadrilha (e não estou me referindo à um estilo de dança popular) que foi ao longo dos anos tomando conta, preenchendo todos os espaços, infectando todas as células, todas as instituições e finalmente logrou alcançar o miolo da maçã. 
    Resta a pergunta: E quando totalmente podre a fruta chamada Brasil nada mais puder oferecer, o que vão esses mal acostumados e famintos senhores fazer? A quem vão atribuir as culpas? 
     O Judiciário, com seus empoados e quase semi-deuses ministros do supremo dirá... A culpa é toda do executivo, gastador, perdulário e impotente em suas funções... 
    O Executivo em sua defesa grita: a culpa toda é do legislativo com seu congresso e senado inchados de corrupção e roubalheiras... 
   Ao que o Legislativo, a chamada " casa do povo " refuta: o culpado de tudo é o judiciário, com seus juízes ladrões e suas sentenças vendidas, habeas-corpus preventivos e liminares mal intencionadas. 
    Bom e assim termina o capítulo de hoje da novela nossa de todos os dias - Os príncipes e a maçã - amanhã capítulo inédito não percam. 
    Boa noite Telespectadores de todo o brasil.

Análise: AnalfaBlog (Paulo Reis)
Revisão: Sandra Fernandes