segunda-feira, 11 de novembro de 2024

Política & Amizade








   



Bom dia!
Todos que me conhecem sabem o quanto me interesso por assuntos relacionados a pessoas, costumes e, é claro, política.
Gosto de pensar que estudando cada movimento desse maravilhoso e intrincado jogo de estratégia chamado política brasileira aprendemos algo a cada dia. Nem sempre tira-se o melhor, mas com o pior também se aprende.
Entro, algumas vezes, madrugadas a dentro assistindo sessões no plenário, lives cuidadosamente produzidas por políticos de todas as espécies e ideologias, lendo comentários especializados, e, então, devidamente municiado tento divagar e tirar conclusões sobre aquilo que é real e o que é produzido para parecer real.
Mas ontem particularmente vendo as barbaridades produzidas por alguns menestréis políticos e judiciários, lembrei de um conto Árabe, se não me falha a memória, que conta o seguinte:
- Dois amigos em viagem pelo deserto discutiram e foram as vias de fato.
- Um dos amigos logo após os ânimos se acalmarem escreveu na areia: Hoje meu amigo me esbofeteou o rosto. E seguiram viagem.
- Ao cabo de mais alguns dias localizaram um oásis e decidiram refrescar-se.
- O amigo que havia sido esbofeteado calculou mal a profundidade da água e logo começou a afogar-se.
- De imediato o outro, mesmo arriscando-se entrou e retirou o amigo.
_ Ao sair da água o amigo que havia sido anteriormente esbofeteado escreveu numa pedra:
- Hoje meu amigo salvou-me a vida.
- Curioso o outro perguntou: Porque quando brigamos você escreveu na areia, e hoje o fez na pedra?
- A resposta foi: Quando somos amigos, as coisas pequenas que nos incomodam escrevemos na areia onde o vento do tempo e do esquecimento carrega sem deixar rastros, enquanto as coisas boas que vem de um amigo são escritas em pedra e no coração onde ficam para sempre.

Esse é o momento da pergunta: 

Caramba, AnalfaBlog você enlouqueceu? O que tem uma coisa a ver com a outra?
Calma, o que quero enfatizar com essa pluralidade é a regra: Sejam quais forem as divergências, opiniões ou decisões a serem tomadas, ou, seja um do lado "A" e outro do lado "B", ou ainda um é destro o outro canhoto, se houver amizade envolvida que tudo se perca, que tudo passe, mas que a amizade permaneça intocada.

A sabedoria dos provérbios árabes sempre me fascinou por sua profundidade e ao mesmo tempo simplicidade.
Homens grandes dão as coisas pequenas seu devido valor e importância, enquanto homens pequenos por assim o serem veem as coisas pequenas como imensas, quase do seu tamanho.

Autor: AnalfaBlog (Paulo Fernandes)
Texto: Paulo Fernandes
Correção: Sandra Fernandes

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

Quem são os Republicanos e os Democratas Americanos?

 

Esquerda/Direita, um pouco da História dos EUA

Partido Republicano (Grand Old Party - GOP) e Democrata (Democratic Party).  Dois grupos políticos que configuram a divisão de forças políticas existente no país desde a época de sua independência, em 1776.

Os Republicanos, que configuram a Direita Norte Americana, tem uma visão conservadora que acredita em  defesa da propriedade privada e do porte de armas e de uma visão liberal da economia.

Os Democratas, que representam a Esquerda, tem uma visão progressista ligada ao populismo, social assistencialismo e grupos minoritários mais radicais.

Como exemplo das visões politicas das duas vertentes ao longo de décadas temos racismo qie culminou com a guerra entre confederados e sulistas que polarizou e dividiu a nação americana.

- A Ku-Klux-Klan - Criada pela esquerda sulista americana alimentava um ódio racial insano que considerava negros como animais, indignos de habitarem o solo americano, e que, portanto deveriam ser expulsos dos EUA. Para isso queimavam negros vivos amarrados em cruzes com formato de um X como exemplo aos outros que teimassem em permanecer em solo americano. O racismo norte americano persiste até os dias atuais predominantemente nos estados sulistas.

- Guerra da Secessão americana - Uma luta armada que dividiu o país numa guerra brutal entre Sulistas (esquerda) e Nortistas (Direita). Esse conflito foi iniciado quando sete estados do sul separaram-se da União e formaram os Estados Confederados da América.  A Guerra de Secessão, ou separação, foi motivada pela divergência que havia entre os dois grupos a respeito da abolição da escravatura. A esquerda entrou em guerra contra a união por não concordar com a abolição da escravatura e consequentemente com o término da mão de obra escrava, barata ou na maioria dos casos gratuita. 

Em 8 de fevereiro de 1861 os estados escravagistas do sul dos Estados Unidos decidem pela secessão, ou seja, por se separaram do país. Organizados sob o nome de Estados Confederados da América, a Geórgia, o Alabama, a Flórida, o Mississipi, a Luisiana, o Texas e a Carolina do Sul constituíram uma república à parte.

Durante a guerra, a União passou as chamadas "leis de confisco", capturando e libertando os escravos do sul, até que, em 1863, o presidente Lincoln assinou a Proclamação de Emancipação, que efetivamente libertava todos os escravos do sul e tornou a guerra contra a independência do sul em uma "cruzada moral" contra a tirania da escravidão.

O fim da guerra aconteceu, finalmente, em 1865, com a derrota dos Estados Confederados da América (sulistas). Foi promulgada a 13ª Emenda Constitucional, reafirmando o fim da escravidão, e os Estados foram reintegrados à União.

Alguns Fatos:

- Foi a Direita Americana (Republicanos) a primeira a eleger políticos negros para o congresso americano.

- Foi a Direita Americana (Republicanos) a primeira a criar leis de proteção as mulheres nos EUA enfrentando a fúria dos parlamentares democratas (esquerda) no congresso americano.

- Enfim, enxergando o óbvio, os democratas (esquerda) lutaram para eleger o primeiro presidente negro, Barak Obama que como se sabe decepcionou a turba de eleitores democratas sedentos por vingança ao se mostrar um negociador.

... Sempre é bom voltar no tempo por alguns anos pois a história atual sempre aparece com maquiagens e adornos quase nunca fiéis aos fatos, já o amanhã mostra o passado despido de todos adornos e mentiras comuns nas narrativas de época.