quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Com ou sem Lava-Jato....o que muda no Brasil depois das eleições?



    Acabou o período eleitoral, e eis em cada canto do país os novos, ou antigos, titulares do poder.
    Durante todo o pleito, os políticos entraram em nossas casas, através da mídia, e falaram sobre o futuro, sobre o que farão para melhorar nosso dia a dia, ou o que proporcionarão para nossos idosos, nossos filhos enfim a todos em geral.
    Queremos realmente acreditar, queremos sonhar, e ver nossos sonhos realizados. Queremos que os políticos cumpram suas promessas, mas acho que o queremos mesmo é que cumpram só um pouco do que disseram, um pouquinho apenas já seria o bastante.
    Conhecemos as necessidades das nossas cidades, e, sem dúvida sabemos o que estamos precisando para viver melhor.
    Ninguém quer aqui fazer melodrama, mas via de regra nos encontramos sozinhos no trânsito em meio a insegurança e o caos, enquanto "eles" desfilam cercados de "puxa-sacos", em carros oficiais com todo o conforto e segurança. Aguardamos horas intermináveis em postos de saúde ou pronto-socorros, enquanto nossos escolhidos possuem a regalia de atendimento especial em planos de saúde com quartos privativos, sem qualquer custo para seus já muito bem remunerados bolsos, visto que nós pagamos a conta, e isso tudo sem falar em educação, cultura, saneamento, transporte, ruas, e tudo o mais que diz respeito diretamente ao lugar em que moramos.
    Não estou dizendo com isso que nossos políticos não devem desfrutar das mordomias que o cargo lhes confere, mas o tempo e as sucessivas eleições que passaram deixaram claro que logo após a vitória, e consequentemente a posse dos almejados cargos, o discurso muda e as prioridades já não são tão voltadas para povo, que por direito deveria ser o alvo e o objetivo maior de todas as ações do poder.
    Eis aí o cerne do problema, o poder.
    Na política via de regra o poder corrompe e faz esquecer promessas e responsabilidades assumidas, tornando homens que no auge de suas campanhas diziam-se limpos e justos, em sujeitos sem caráter, sem palavra, sem dignidade.
    Mas, sinto a esta altura, a necessidade de fazer um "mea culpa" por não conseguir livrar-me do sentimento de que essas pessoas, que agem assim, sequer são culpadas de seus atos, sendo o povo - e aqui me incluo - o maior responsável por existirem políticos sem ética e honra.
    A pergunta que me faço a cada pleito eleitoral é: Porque não analisar quem está se oferecendo para elegermos?  Quem são realmente essas pessoas por detrás da propaganda elaborada por marqueteiros profissionais?  O que já fizeram?  Como viveram suas vidas até hoje?  Se é que trabalham, em que trabalham?  E suas relações familiares?  Na verdade, o que fizeram até hoje para que sejam reconhecidos como pessoas aptas a governar nossas cidades e nossas vidas?
    Nada pode ser cobrado à ninguém se fizermos as escolhas erradas. Teremos sempre o saldo da decepção como companheira e da culpa como castigo, tudo por não sabermos votar.
    É preciso recordar que a seriedade, a honra e a ética na vida particular de cada um não pode ser diferente dos mesmos valores na vida política, pois seria muita ingenuidade achar que alguém com passado turvo e ações duvidosas iria tornar-se honrado e justo, por um passe de mágica, apenas por assumir determinado cargo político. Como diz o ditado popular, seria deixar o ladrão tomando conta do cofre.
    Quando soubermos escolher melhores pessoas, teremos melhores políticos, e aí, somente aí, talvez possamos dar adeus aos Mensalões, Petrolões, Cachoeiras, Santanas, Dirceus, Delúbios, Malufs, Moluscos e Antas,  enfim, a nível  de Brasil a lista é imensa.


Texo: AnalfaBlog
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domingo, 5 de junho de 2016

Paz na terra aos homens de boa vontade.







 







Pelas escrituras de sete das principais religiões do mundo perpassa um só tema, e que é expresso de forma espantosamente igual ao longo de milênios.


Bramanismo: Esta é a súmula do dever: Não faças nada a outrem que te causaria dor se fosse feito a ti.- Mahabharata 5, 1517

Budismo:  Não ofendas os outros por formas que julgarias ofensivas a ti mesmo.- Udanavarga 5, 18

Confucionismo: Existe máxima pela qual devemos reger-nos durante toda nossa vida? Sem dúvida. É a máxima da bondade e do amor: Não faças a outrem o que não quererias que eles fizessem a ti mesmo.- Anacleto 15, 23

Taoísmo: Considera o ganho do teu próximo como teu próprio ganho, e a perda do próximo como a tua própria perda. - T´ai-Shang Kan-Ying P´ien

Judaísmo: O que é odioso para ti não o faças a teu próximo. Essa é toda a Lei. -Talmud, Shabbat  31a

Cristianismo: Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam fazei-lho também vós, porque esta é a Lei, e os profetas.- Mateus 7, 12

Islamismo: Nenhum de vós será verdadeiramente crente enquanto não desejar para seu irmão o que deseja para si mesmo.- Sunan

E o oitavo não está nas escrituras, mas no coração...

Humanismo: Paz e compreensão entre os que compartilham o mesmo ar e vivem sob o mesmo sol no mundo dos homens.- AnalfaBlog


Texto: AnalfaBlog
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terça-feira, 17 de maio de 2016

A MULHER DE UM BILHÃO DE DÓLARES






     Maria Silvia Bastos Marques, é uma administradora, economista e executiva. Foi a primeira e única mulher a ocupar a presidência da Companhia Siderúrgica Nacional. 
      Foi secretária municipal de fazenda da cidade do Rio de Janeiro de 1993 a 1996 na gestão do prefeito César Maia e ficou conhecida como a "Mulher de 1 Bilhão de Dólares", referência ao valor do caixa do município deixado após sua saída, um fato inédito. Incluída na lista da Revista Time como única mulher entre os doze executivos mais poderosos do mundo.
      No primeiro ano de sua gestão dobrou o faturamento da CSN. Graduada em Administração Pública, com mestrado e doutorado em Ciências Econômicas, todos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
     Foi pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV) e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(PUC-RJ), de 1982 a 1990.

Porque não existem mulheres ou negros no primeiro escalão do governo!




      Olha, sinceramente: eu nem deveria comentar, mas vou.

      Apenas donos de mentes tacanhas, baldias, ordinárias, pervertidas e PROFUNDAMENTE PRECONCEITUOSAS poderiam, em um momento como esse, olhar para um ensaio de novo governo com olhos de FISCAL DE MELANINA ou avaliando que tipo de balangandã as pessoas têm entre as pernas.
     Apenas gente irrecuperavelmente viciada e DOENTE é capaz de acreditar que uma pessoa negra não pode ser representada por uma pessoa branca - ou vice-versa; ou que uma mulher não pode ser representada por um homem - ou vice-versa.
     Filhinhos (as), deixa contar uma coisa pra vocês, com muito cuidado pra não abalar o mundo de fantasia, cheio de frágeis cristais, que vocês habitam: 
    Nós estamos vivendo em um país ESCANGALHADO por quase catorze anos de política populista e irresponsável, a máquina pública está à beira do COLAPSO, há cidades inteiras FALIDAS, mais de ONZE MILHÕES de pessoas estão à procura de emprego (sem contar outros milhões que não entram nas estatísticas porque não têm e nem procuram ocupação) e UM MILHÃO E OITOCENTAS MIL empresas fecharam só em 2015; 
    Não é POSSÍVEL que pessoas teoricamente "instruídas" sejam tão completamente dominadas pela ESTUPIDEZ IDEOLÓGICA a essas alturas do campeonato.
    Essa porcaria de ministério (no qual inclusive foi necessário alojar algumas criaturas desprezíveis remanescentes do governo que vocês tanto amavam) é o que tem para o momento, foi o que deu pra fazer, é com isso aí que a gente vai daqui pra frente e é dessas pessoas que a gente espera, no mínimo, uma chacoalhada que dê algum ÂNIMO ao país - pouco importando se o sujeito é branco, preto ou amarelo, se mija em pé ou sentado.
    Hoje sabemos que o petismo - provavelmente a vertente esquerdista mais JECA já surgida desde a Revolução Bolchevique - é uma infecção generalizada, um flagelo do qual possivelmente jamais nos livraremos por completo.
    Mas, PELO AMOR DE DEUS: pelo menos TENTEM sair desse infantilismo melindroso, uma vez na vida TENTEM raciocinar acima do padrão Catraca Livre, pelo menos TENTEM não passar vergonha.
    Ou, se realmente não der: tentem ficar calados por algum tempo.
    Vocês já deram no saco.

domingo, 15 de maio de 2016

A delação premiada é ética?


      A delação premiada é ética? É justa? Quando ponho-me a pensar sobre esta nova ferramenta à disposição da justiça, logo vem a mente um sombrio personagem bíblico: Judas Iscariótes, que delatou seu mestre, Jesus, em troca de 30 moedas. E ninguém haverá de dizer que Judas é um exemplo a ser seguido pela justiça dos homens. 
        Poucas atitudes nos causam mais revolta do que aquela em que alguém, em troca de vantagens pessoais, joga seus companheiros na fogueira, ou na cruz. 
       Sob qualquer ótica que se examine, o delator é sempre um dedo-duro, um pária. Mesmo assim, a moderna delação premiada é justificável, se corretamente empregada, pois quebra a falsa "ética do crime", que se resume numa lealdade quase irracional entre bandidos. 
        Essa lealdade ética - sem qualquer ética - é baseada no medo e não na virtude. Criminosos não delatam por possuírem valores como amizade ou sólido companheirismo e sim por medo de consequências que podem chegar à morte. Nesse quadro, reina a "delação premiada", conseguindo dissolver essa ética do crime por meio da oferta do "menos pior". 
        Se o Corrupto "leal" só e leal porque tem medo, nada mais ético do que leva-lo a cooperar com a justiça por meio de uma motivação tão mesquinha quanto o medo: o interesse de ter a pena abrandada. 
      Apenas temos que ter o bom senso de não compararmos os atuais delatores a Judas Iscariotes. Digo isso por dois bons motivos: Primeiro porque a delação de Judas foi feita as tropas Romanas, invasoras, estrangeiras e opressoras de Jerusalém, o que não é o atual caso. O segundo motivo é o nome do Delatado. Os acusados pela Lava-Jato, podem ser corruptos, bandidos ou apenas suspeitos, mas não são iguais a Jesus Cristo.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Dilma se comunica ou se trumbica?


     
     Quem não lembra de Chacrinha, o velho Guerreiro, talvez nunca tenha ouvido seu bordão mais popular: "Quem não se comunica se trumbica". Ele só não poderia prever que pessoas como a nossa presidente, Dilma Rousseff, usassem a comunicação contra si mesmas.
    Quanto mais Dilma se comunica mais se trumbica, porque a mentira, repetida "ad eternum", é uma péssima arma de comunicação, um suicídio político que não compensa a longo prazo, e enquanto outros descobrem isso a duras penas, nossa presidente parece incapaz de assimilar e corrigir seus erros.
        Na base do planalto Dilma foi treinada por Lula a enganar, a gritar bravatas e prometer fantasias, mas a longa permanência do PT no poder sustentada por falácias fez ruir o castelo de cartas marcadas.
       Uma pesquisa retroativa revela tantas mentiras de Dilma Rousseff sobre a Petrobras e sobre as contas públicas, que hoje lhe falta credibilidade até para comprar fiado no "Mercadinho da esquina".
     Vamos viajar no tempo e rever alguma falas da presidente, à época, "estarrecida" com a difamação contra a Petrobras...
    "Estão querendo entregar aos estrangeiros e privatizar o filé-mignon do país, o que havia antes era carne de pescoço", sobre a história da Petrobras, em debate eleitoral em 2010.
    "A refinaria Abreu e Lima é um investimento extraordinário", a construção da refinaria Abreu e Lima foi suspensa assim como as obras das duas refinarias Premium idealizadas por Lula no Ceará e Maranhão.
   "Mais que uma empresa,a Petrobras é um símbolo da afirmação de nosso país, e um dos maiores patrimônios de cada um dos brasileiros. Por isso a Petrobras jamais se confundirá com qualquer malfeito, corrupção ou qualquer ação indevida de quaisquer pessoas, das mais as menos graduadas. Acreditemos na Petrobras, acreditemos mil vezes", em abril de 2014.
    "A Petrobras é a pátria com as mãos sujas de óleo(...)  As vozes dos que querem diminuir a importância da Petrobras se perderão mais uma vez no deserto, serão enterradas na imensidão dos mares", em junho de 2014.
    "Utilizar qualquer factoide político para comprometer uma grande empresa sua direção é muito perigoso", em agosto de 2014.
    "Eu farei todo o meu possível para ressarcir o país. Se houve desvio de dinheiro público, nós queremos ele de volta. Se houve, não: houve, viu?", em outubro de 2014.
    "Não dá pra demonizar todas as empreiteiras deste país. São grandes empresas e se a, ,b  c ou d praticaram malfeitos, atos de corrupção, ou de corromper, eles pagarão por isto", em Brisbane, Austrália, novembro de 2014.
    "A Petrobras já vinha passando por um vigoroso processo de aprimoramento de gestão. A realidade atual só faz reforçar nossa determinação de implantar, na Petrobras, a mais eficiente estrutura de governança e controle que uma empresa já teve no Brasil", na posse em janeiro de 2015.
    "Temos de reconhecer que a Petrobras é a empresa mais estratégica para o Brasil e a que mais contrata e investe no país", fevereiro de 2015, em reunião, presenciada por jornalistas, com o mega-ministério.
    Dilma, antiquada, retrógrada, prepotente e inculta recusa-se a abandonar a máxima: "uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade", frase atribuída a Joseph Goebbels, ministro de propaganda de Adolf Hitler.
    Hoje, o desmoronamento da economia, os bilhões desviados e surrupiados da Petrobras, as mãos sujas de corrupção de gente de seu partido, servidores, executivos e empreiteiros, tudo isso sugere que a propaganda de Dilma "foi pro brejo", junto com o lento operador de teleprompter e com a vaca que engasgou de tanto tossir.


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domingo, 3 de abril de 2016

Música dos grandes mestres - As preferidas.



    Distante de 'Funks",  Rap´s, Sertanejos universitários ou supletivos, percebo-me ouvindo sons diversos e puros que só a natureza é capaz de ofertar. De repente encontrei-me divagando sobre um tempo não tão distante, de acordes celestiais, sinfonias e árias inacreditavelmente belas.
     Refiro-me aos grandes mestres da música erudita e, é claro, as minhas preferidas.


VERDI -  com a Abertura de: A Força do Destino.
Poucos compositores revelaram personalidade mais surpreendente do que Verdi. Não seria de esperar que um tranquilo cavalheiro dedicado a vida agrícola fosse o autor das árias mais melodiosas e das óperas mais comoventes e famosas do mundo.

BEETHOVEN - Sinfonia Heroica.
Foi inspirada por Napoleão, a quem o compositor admirava como herói democrático. Napoleão coroando-se imperador, Beethoven arrancou seu nome da página, inscrevendo: "Sinfonia Heroica" em memória de um grande homem. Esta é a primeira das abaladoras explosões musicais de Beethoven.

STRAVINSKY - A Sagração da Primavera.
Creio que foi escrita em 1912. Essa música provocou um tumulto quando foi apresentada pela primeira vez. Entretanto, anos depois alcançava retumbante êxito. "Le Sacre du Printemps" escrita há quase 104 anos, continua uma das peças mais "modernas" do século XXI.

TCHAIKOWSKY - Sinfonia Patética.
Tchaikowsky disse uma vez que se orgulhava mais dessa sinfonia do que de qualquer outra de suas famosas obras. E tinha razões para isso. Como acontece com a maioria de suas obras, as melodias da "Patética" foram usadas como tema de canções modernas. Tchaikowsky pode ser considerado o mais popular compositor de música erudita. 

SCHUBERT - Sinfonia Inacabada.
Para muitos, assim como eu, essa será sempre a mais bela música que já se escreveu. Os puristas dizem que Schubert deixou a sinfonia inacabada porque nada mais lhe podia ser acrescentado. O que é mais incrível é que essa música tenha sido executada pela primeira vez 37 anos após a morte do compositor.

WAGNER - Prelúdio e Liebestod de Tristão e Isolda.
Essa duas composições gozam de velha popularidade e muita execução pelo mundo todo. São músicas de rara qualidade. Breves obras primas que produzem grande emoção e ao serem executadas adquirem vida e alma próprias.

MOZART - Sinfonia n° 40.
Esta é a mais amada sinfonia, a mais perfeita de Mozart, da qual Schubert disse que nela se podiam ouvir os anjos cantando. Íntima como música de câmara, a sinfonia tem a precisão de um minuete dançado em chão encerado. Não é de se espantar que seja uma das mais executadas no mundo todo.

E olhem que faltam O Concerto de Brandemburgo de Bach; a sinfonia Renana de Scumann; A Sinfonia Italiana de Mendelssohn; A Suíte para Ballet LesSylphides de Chopin; Valsas de Johann Strauss e por aí a fora.

Mas isso fica para outra ocasião.

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sábado, 2 de abril de 2016

Dilma, você acreditaria em você?


    Sou de um tempo anterior à 64, e lembro do Estado Novo e a "Era Vargas", caracterizados pela centralização do poder, nacionalismo, anticomunismo e por seu autoritarismo, após vieram os militares e seu peculiar modo de colocar as coisas em ordem no país, acompanhei toda uma geração que se interessou pela política, ainda que a meu ver de uma forma equivocada, mas que contribuiu para o término do governo militar. 
    Enfim entramos em uma nova era. O Brasil mudou? Sim, mas para melhor? Há de se ver ainda, por enquanto vivemos dias tão ou mais negros do que no comando dos militares. 
     Estes saíram do poder em um processo de abertura democrática, inclusive com anistia aos discordantes de seu regime. Os que hoje estão no governo, mesmo com seus desmandos, patifarias e corrupção aviltante, apegam-se ao poder de modo insano, inconsequente e "ditatorial". 
     Voltando à questão... mudou para melhor?  Nunca um país será melhor com uma ditadura do que com a democracia. 
    A presidente faz parte dessa geração de militantes. Foi presa, saiu e entrou para o PDT, e ainda hoje mantém o retrógrado discurso de distribuição de renda. 
     Na campanha eleitoral prometeu branco e fez preto, proclamava aos brados "se o Aécio ganhar, acaba com o bolsa-família", ou "esta eleição é uma batalha entre elites e pobres deste país". Mentiras que não se sustentaram por 24h após sua re-eleição. 
     Entre os escabrosos escândalos que vieram a tona, é importante manter em foco um que está sendo relegado a plano secundário: os médicos Cubanos. Seu salário ainda é pago diretamente ao governo Cubano, que repassa uma ínfima parcela ao trabalhador. Dilma afirma, como justificativa, que não se trata de salário mas uma "bolsa". Mas se fosse bolsa seriam estudantes ou residentes e os Brasileiros nas mãos de estudantes tornam-se o que? Suas cobaias? 
     Como um trabalhador, em solo brasileiro, que exerce sua profissão sob o manto e as leis trabalhistas do país, submete-se, a si mesmo e a família diretamente ao governo cubano? 
    Dilma criou fantasiosamente, um país-paraíso, existente apenas para o momento eleitoral, isso sem entrar no mérito das inúmeras promessas, claro que nenhuma cumprida, como a descriminalização do aborto - voltou atrás - proibiu a distribuição do kit gay nas escolas - voltou atrás - e por aí vai...
    Ok, todos temos o direito a ter nossos valores, mas quais são os da presidente?
    Faz tudo diferente do que acredita, ou um dia acreditou, fala A e faz B, abre a porta e sai pela janela...
    Hoje, com mais de 80% de rejeição mantém-se isolada, fazendo acordos, distribuindo cargos, financiando ditaduras latino americanas e seus corruptos ditadores, abafando falcatruas e protegendo safados. Seu partido é hoje um zombie político. Não passa de um PT cadavérico em estado terminal, ainda alicerçado no combalido discurso de acusar a elite de pensar só em seus interesses. 
    Diga lá senhora -por enquanto - presidente: 80% do país é ELITE? Francamente Dilma: Você acreditaria em Você? Você VOTARIA em Você?

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