terça-feira, 17 de maio de 2016

A MULHER DE UM BILHÃO DE DÓLARES






     Maria Silvia Bastos Marques, é uma administradora, economista e executiva. Foi a primeira e única mulher a ocupar a presidência da Companhia Siderúrgica Nacional. 
      Foi secretária municipal de fazenda da cidade do Rio de Janeiro de 1993 a 1996 na gestão do prefeito César Maia e ficou conhecida como a "Mulher de 1 Bilhão de Dólares", referência ao valor do caixa do município deixado após sua saída, um fato inédito. Incluída na lista da Revista Time como única mulher entre os doze executivos mais poderosos do mundo.
      No primeiro ano de sua gestão dobrou o faturamento da CSN. Graduada em Administração Pública, com mestrado e doutorado em Ciências Econômicas, todos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
     Foi pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV) e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(PUC-RJ), de 1982 a 1990.

Porque não existem mulheres ou negros no primeiro escalão do governo!




      Olha, sinceramente: eu nem deveria comentar, mas vou.

      Apenas donos de mentes tacanhas, baldias, ordinárias, pervertidas e PROFUNDAMENTE PRECONCEITUOSAS poderiam, em um momento como esse, olhar para um ensaio de novo governo com olhos de FISCAL DE MELANINA ou avaliando que tipo de balangandã as pessoas têm entre as pernas.
     Apenas gente irrecuperavelmente viciada e DOENTE é capaz de acreditar que uma pessoa negra não pode ser representada por uma pessoa branca - ou vice-versa; ou que uma mulher não pode ser representada por um homem - ou vice-versa.
     Filhinhos (as), deixa contar uma coisa pra vocês, com muito cuidado pra não abalar o mundo de fantasia, cheio de frágeis cristais, que vocês habitam: 
    Nós estamos vivendo em um país ESCANGALHADO por quase catorze anos de política populista e irresponsável, a máquina pública está à beira do COLAPSO, há cidades inteiras FALIDAS, mais de ONZE MILHÕES de pessoas estão à procura de emprego (sem contar outros milhões que não entram nas estatísticas porque não têm e nem procuram ocupação) e UM MILHÃO E OITOCENTAS MIL empresas fecharam só em 2015; 
    Não é POSSÍVEL que pessoas teoricamente "instruídas" sejam tão completamente dominadas pela ESTUPIDEZ IDEOLÓGICA a essas alturas do campeonato.
    Essa porcaria de ministério (no qual inclusive foi necessário alojar algumas criaturas desprezíveis remanescentes do governo que vocês tanto amavam) é o que tem para o momento, foi o que deu pra fazer, é com isso aí que a gente vai daqui pra frente e é dessas pessoas que a gente espera, no mínimo, uma chacoalhada que dê algum ÂNIMO ao país - pouco importando se o sujeito é branco, preto ou amarelo, se mija em pé ou sentado.
    Hoje sabemos que o petismo - provavelmente a vertente esquerdista mais JECA já surgida desde a Revolução Bolchevique - é uma infecção generalizada, um flagelo do qual possivelmente jamais nos livraremos por completo.
    Mas, PELO AMOR DE DEUS: pelo menos TENTEM sair desse infantilismo melindroso, uma vez na vida TENTEM raciocinar acima do padrão Catraca Livre, pelo menos TENTEM não passar vergonha.
    Ou, se realmente não der: tentem ficar calados por algum tempo.
    Vocês já deram no saco.

domingo, 15 de maio de 2016

A delação premiada é ética?


      A delação premiada é ética? É justa? Quando ponho-me a pensar sobre esta nova ferramenta à disposição da justiça, logo vem a mente um sombrio personagem bíblico: Judas Iscariótes, que delatou seu mestre, Jesus, em troca de 30 moedas. E ninguém haverá de dizer que Judas é um exemplo a ser seguido pela justiça dos homens. 
        Poucas atitudes nos causam mais revolta do que aquela em que alguém, em troca de vantagens pessoais, joga seus companheiros na fogueira, ou na cruz. 
       Sob qualquer ótica que se examine, o delator é sempre um dedo-duro, um pária. Mesmo assim, a moderna delação premiada é justificável, se corretamente empregada, pois quebra a falsa "ética do crime", que se resume numa lealdade quase irracional entre bandidos. 
        Essa lealdade ética - sem qualquer ética - é baseada no medo e não na virtude. Criminosos não delatam por possuírem valores como amizade ou sólido companheirismo e sim por medo de consequências que podem chegar à morte. Nesse quadro, reina a "delação premiada", conseguindo dissolver essa ética do crime por meio da oferta do "menos pior". 
        Se o Corrupto "leal" só e leal porque tem medo, nada mais ético do que leva-lo a cooperar com a justiça por meio de uma motivação tão mesquinha quanto o medo: o interesse de ter a pena abrandada. 
      Apenas temos que ter o bom senso de não compararmos os atuais delatores a Judas Iscariotes. Digo isso por dois bons motivos: Primeiro porque a delação de Judas foi feita as tropas Romanas, invasoras, estrangeiras e opressoras de Jerusalém, o que não é o atual caso. O segundo motivo é o nome do Delatado. Os acusados pela Lava-Jato, podem ser corruptos, bandidos ou apenas suspeitos, mas não são iguais a Jesus Cristo.