Ouvimos todos os dias, a cada minuto, sempre o mesmo bordão: Violência e paz.
Ok, estamos cansados de saber que todos querem a extinção da violência assim como almejam a tão sonhada paz duradoura.
Ok, estamos cansados de saber que todos querem a extinção da violência assim como almejam a tão sonhada paz duradoura.
Será mesmo? Já houve tempos de paz? Porque na história humana, todos os fatos são marcados por conquistas, guerras e violência e não por períodos de paz e consenso ?
A análise dos fatos cotidianos nos mostra que todas as preocupações estão com seu foco voltado para a violência, seja ela de que tipo for.
A barbárie atinge a todos indistintamente, e o que se vê é elevar-se ruidosamente o brado contra a violência, mas pouco ou nada se faz de concreto para elimina-la.
A barbárie atinge a todos indistintamente, e o que se vê é elevar-se ruidosamente o brado contra a violência, mas pouco ou nada se faz de concreto para elimina-la.
Desde remotos tempos o homem vive a cultura do poder, autoridade e riqueza de uns sobre outros, residindo em grande parte aí a nossa falta de preparo para a convivência pacífica. Mesmo com toda a evolução humana e tecnológca os objetivos materialistas parecem não ter limites, tudo para manter previlégios e poder.
Sejam o modelo de sociedade ocidental capitalista-liberal, que é consumista e mercantilista ou o modelo social-comunista-trabalhista que é retrógado e escravizante, ambos são nitidamernte excludentes. No segundo modelo ninguem possui nada além dele mesmo ser posse do "estado", o que alimenta a revolta e insatisfação humana, a qual só pode ser governada (controlada) através da força, outorgando aos que estão no comando previlégios e poder em detrimento de outros.
O outro modelo possui liberdade total para os cidadãos, mas tem como preço o deus "Mercado", ou seja, a capacidade de vender e comprar. Quem é despojado de bens ou recursos não pode se aproximar do mercado e é excluído, uma vez que o mercado tornou-se a única forma de vida. Esse estilo e seus governos viram as costas aos despojados visto que eles nada tem a oferecer ao modelo de consumo e produção existente. Quer violência maior ?
É preciso que se estabeleça uma nova ordem nesse caos, porque temos muitas leis mas somos carentes de justiça, e onde não há justiça não há equilíbrio, o desequilíbrio traz a disputa e o confronto, e esses produzem o descontrole em que vivemos.
Essa é uma sociedade que se extraviou dos limites, perdeu seu norte.
Essa é uma sociedade que se extraviou dos limites, perdeu seu norte.
Uma sociedade que mais deseduca do que educa, onde todos os valores incidem sobre o dinheiro e posses, atitude e poder.
Então o que temos é a competitividade conspirando contra a cooperação, que é muito mais produtiva e próspera.
A riqueza que explora e mantém a pobreza, o capital que sobrepôe-se ao trabalho, a tecnologia que elimina empregos, instituições desacreditadas e os políticos afundados em um mar de corrupção e safadezas.
No rabo desse foguete vem a valorização extrema da beleza aparente, e o consumo exacerbado de uns contra o desprovimento total de outros.
Então o que temos é a competitividade conspirando contra a cooperação, que é muito mais produtiva e próspera.
A riqueza que explora e mantém a pobreza, o capital que sobrepôe-se ao trabalho, a tecnologia que elimina empregos, instituições desacreditadas e os políticos afundados em um mar de corrupção e safadezas.
No rabo desse foguete vem a valorização extrema da beleza aparente, e o consumo exacerbado de uns contra o desprovimento total de outros.
Como podemos almejar a paz em um mundo marcado por tantos e tão profundos desequilíbrios humanos?
A pergunta é: Já chegamos ao fundo do poço?
Não sei, mas posso afirmar que ele se chama "caos" e nossa descida até ele está sendo feita num rítimo alucinado!
Texto: AnalfaBlog
Comentários: Analfablog
A pergunta é: Já chegamos ao fundo do poço?
Não sei, mas posso afirmar que ele se chama "caos" e nossa descida até ele está sendo feita num rítimo alucinado!
Texto: AnalfaBlog
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