Mesmo em órgãos como o judiciário, onde antes pairava uma
indiscutível
aura de sobriedade, seriedade moral e profissional, vemos que ora desnudos mostram em suas entranhas os conchavos e acordos protecionistas feitos "a boca pequena" para acobertar magistrados em suas maracutaias.
Não é preciso muito esforço para lembrar o recente caso de uma juíza que flagrada em escabrosa e indiscutível culpa, ao ser julgada, teve como "condenação" sua aposentadoria antecipada, com seu vultoso salário preservado, é claro.
Não é preciso muito esforço para lembrar o recente caso de uma juíza que flagrada em escabrosa e indiscutível culpa, ao ser julgada, teve como "condenação" sua aposentadoria antecipada, com seu vultoso salário preservado, é claro.
Mas a coisa não para por aí, se olhar-mos mais atentamente veremos todos os dias negociatas e acordos.
Partidos políticos de oposição e a base governista fazem acordos inconfessáveis para livrar a cara de seus integrantes pegos em safadezas e roubalheiras.
Por outro lado, assistimos através da imprensa quase diariamente, denúncias de erros médicos absurdos que ficam sem qualquer punição, seja pela lei ou mesmo pelo CRM.
Assistimos pasmos a violência desmedida praticada por policiais ser acobertada por seus superiores, sem a devida resposta do estado.
Vivemos e convivemos com crimes praticados por gangues de jovens de classe média alta, sem punição a altura por parte do judiciário.
Assistimos pasmos e impotentes a invasões de terras, travestidas de movimentos sociais, em seu rastro de ódio e fúria deixarem enormes prejuízos ao detentor legítimo da propriedade, como o mesmo fosse criminoso apenas por ter, muitas vezes, penado e suado por toda uma vida para possuir seu patrimônio. No decorrer do caso encontra como resposta da lei apenas a desolação que se segue à desocupação dos invasores, e de-se por satisfeito, e por aí a fora.
Partidos políticos de oposição e a base governista fazem acordos inconfessáveis para livrar a cara de seus integrantes pegos em safadezas e roubalheiras.
Por outro lado, assistimos através da imprensa quase diariamente, denúncias de erros médicos absurdos que ficam sem qualquer punição, seja pela lei ou mesmo pelo CRM.
Assistimos pasmos a violência desmedida praticada por policiais ser acobertada por seus superiores, sem a devida resposta do estado.
Vivemos e convivemos com crimes praticados por gangues de jovens de classe média alta, sem punição a altura por parte do judiciário.
Assistimos pasmos e impotentes a invasões de terras, travestidas de movimentos sociais, em seu rastro de ódio e fúria deixarem enormes prejuízos ao detentor legítimo da propriedade, como o mesmo fosse criminoso apenas por ter, muitas vezes, penado e suado por toda uma vida para possuir seu patrimônio. No decorrer do caso encontra como resposta da lei apenas a desolação que se segue à desocupação dos invasores, e de-se por satisfeito, e por aí a fora.
Isso tudo pode ser reunido sob uma única colocação:
A Impunidade.
A Impunidade.
Aí está finalmente "Ela".
A indefectível, malfadada e desastrosa impunidade, que como se sabe, não nasceu e não sobrevive sozinha sem sua inseparável irmã gêmea Corrupção.
A indefectível, malfadada e desastrosa impunidade, que como se sabe, não nasceu e não sobrevive sozinha sem sua inseparável irmã gêmea Corrupção.
A impunidade gera nas pessoas um sentimento amargo de impotência diante de um sistema totalmente corrupto.
Isso acaba nos levando à indiferênca em relação ao país.
Citando apenas um exemplo, vemos o antigo caso dos "vampiros" que desviaram dinheiro da saúde e nenhum dos 17 presos na operação da Polícia Federal ficou atrás das grades.
Isso acaba nos levando à indiferênca em relação ao país.
Citando apenas um exemplo, vemos o antigo caso dos "vampiros" que desviaram dinheiro da saúde e nenhum dos 17 presos na operação da Polícia Federal ficou atrás das grades.
A impunidade é uma endemia nacional provocada pela falta de rigor. A frouxidão das leis e o constante descumprimento delas, em especial as repressivas, são seu maior alimento.
Essa situação representa um grave perigo.
Com um olhar mais atento, percebe-se que não se tem notícia de sociedades desenvolvidas em que a punição efetivamente não aconteça.
Com um olhar mais atento, percebe-se que não se tem notícia de sociedades desenvolvidas em que a punição efetivamente não aconteça.
O ex-prefeito de Nova York, Rudy Giuliani ficou famoso por ter "limpado" a corrupta polícia local e utilizando-se de um sistema judiciário limpo, sem conivências ou complacências implantou o que logo ficou mundialmente conhecido como "Tolerância Zero".
A Itália livrou-se da Máfia, livrando-se primeiro de policiais e juízes corruptos, que recebiam somas elevadas das famílias mafiosas para mante-las fora das grades.
A Itália livrou-se da Máfia, livrando-se primeiro de policiais e juízes corruptos, que recebiam somas elevadas das famílias mafiosas para mante-las fora das grades.
Por aqui a lei também existe, mas precisa tornar-se mais eficaz, ou seja, o problema não é investigar e prender, e sim investigar, prender e condenar, e depois fazer com que as condenações sejam cumpridas "na íntegra".
Texto: AnalfaBlog
Comentários: AnalfaBlog

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