
Calheiros encaminha representação do P-Sol contra ele mesmo.
Conselho de Ética vai analisar possível quebra de decoro parlamentar.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, informou ao plenário sua decisão de despachar para o Conselho de Ética a representação do P-SOL, que pede a análise de uma possível quebra de decoro parlamentar contra o próprio Renan. Segundo a secretaria-geral da Mesa, a decisão de Calheiros é "ad referendum", ou seja, os demais integrantes da Mesa terão que votar a decisão antes do encaminhamento da representação ao conselho.
Meia hora antes da comunicação de Renan Calheiros, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) contestou decisão do presidente do Conselho de Ética, senador Sibá Machado (PT-AC), de encaminhar a representação à Mesa Diretora para que esta decidisse pela admissibilidade, ou não, da representação do P-Sol.
Simon disse que a decisão de Sibá deveria primeiro ser comunicada ao Conselho de Ética, até mesmo para que o conselho se pronunciasse. Pedro Simon lembrou que Machado convocara reunião para quarta-feira e que sua decisão esvaziava o conselho.
Simon voltou a defender o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado, por impedimento para participar da decisão da Mesa Diretora.
Meia hora antes da comunicação de Renan Calheiros, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) contestou decisão do presidente do Conselho de Ética, senador Sibá Machado (PT-AC), de encaminhar a representação à Mesa Diretora para que esta decidisse pela admissibilidade, ou não, da representação do P-Sol.
Simon disse que a decisão de Sibá deveria primeiro ser comunicada ao Conselho de Ética, até mesmo para que o conselho se pronunciasse. Pedro Simon lembrou que Machado convocara reunião para quarta-feira e que sua decisão esvaziava o conselho.
Simon voltou a defender o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado, por impedimento para participar da decisão da Mesa Diretora.
Conforme comentado anteriormente, para quem conhece a legislação Brasileira, todo o cidadão tem direitos assegurados por lei e será considerado inocente até julgamento em todas as instâncias do que lhe foi imputado, tendo assegurada sua ampla defesa, hábeas Corpus, e inclusive o direito de não produzir provas contra si mesmo.
Até aqui tudo me parece perfeito. O que me tira o sono é a frase "todo o cidadão tem direito...", por que será que essa frase insiste em ecoar no meu cérebro como: "todo cidadão que tem dinheiro..." bem deixando nossa incompreesível justiça de lado... faz frio heim...?
Fonte AGÊNCIA BRASIL - Comentários AnalfaBlog
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