
Ar de Roma tem partículas de cocaína e outras drogas
Estudo é o primeiro do tipo elaborado no mundo
Partículas de cocaína e de outras drogas estão em suspensão no ar de Roma, segundo uma análise feita Conselho de Pesquisa da Itália. O estudo é o primeiro do tipo elaborado no mundo e foi feita em três áreas urbanas: Roma e Taranto, na Itália, e em Argel, na Argélia.
A pesquisa demonstrou que na atmosfera da capital italiana existem componentes de várias drogas, como canabinol, componente mais ativo da maconha, e partículas de haxixe. As maiores concentrações de cocaína foram encontradas no centro de Roma, sobretudo na área da Universidade de La Sapienza. Os pesquisadores se mostraram prudentes em relação à localização e dizem que faltam mais estudos para confirmá-la como mais contaminada.
A análise também estabeleceu que o período de maior concentração de cocaína em Roma é nos meses de inverno, quando chega perto de 0,1 nanograma por metro cúbico. Também foram detectadas substâncias muito perigosas como o benzopireno, um hidrocarboneto cancerígeno emitido tanto na fumaça do tabaco quanto nos escapamentos de automóveis.
Já em Taranto, a presença de cocaína é muito menor do que em Roma, segundo os resultados do estudo. Em Argel, é inexistente. Outras drogas, como a nicotina, estão presentes nas três cidades que serviram para o estudo.
A pesquisa demonstrou que na atmosfera da capital italiana existem componentes de várias drogas, como canabinol, componente mais ativo da maconha, e partículas de haxixe. As maiores concentrações de cocaína foram encontradas no centro de Roma, sobretudo na área da Universidade de La Sapienza. Os pesquisadores se mostraram prudentes em relação à localização e dizem que faltam mais estudos para confirmá-la como mais contaminada.
A análise também estabeleceu que o período de maior concentração de cocaína em Roma é nos meses de inverno, quando chega perto de 0,1 nanograma por metro cúbico. Também foram detectadas substâncias muito perigosas como o benzopireno, um hidrocarboneto cancerígeno emitido tanto na fumaça do tabaco quanto nos escapamentos de automóveis.
Já em Taranto, a presença de cocaína é muito menor do que em Roma, segundo os resultados do estudo. Em Argel, é inexistente. Outras drogas, como a nicotina, estão presentes nas três cidades que serviram para o estudo.
O estudo é sério e nos deixa margem para divagar sobre proliferação das drogas por todo o planeta.
Como diria o Gandola, meu parceiro de pub´s, a coisa tá preta mermão, tá mais pra urubú do que pra colibri... mas será que vai dar praia ?
AGÊNCIA EFE - Comentários AnalfaBlog
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