terça-feira, 17 de novembro de 2015

Samarco - Dilma Rousseff, e a Tragédia em Mariana.


              Vocês com toda certeza já foram bombardeados, por todos os lados com artigos em sites, blogs, revistas ou mesmo assistiram em telejornais o rompimento da barragem em Mariana/MG. Em todos os casos o que se vê é a ressonante preocupação com valores, custo e multas, enquanto o que realmente é preocupante é o terrível impacto ambiental e suas consequências.
              Mas afinal... O que aconteceu?... Porque aconteceu?... Como deixaram que acontecesse?

Vamos aos fatos!

           A Samarco é uma joint venture onde a Vale do Rio Doce possui 50% do capital. Já a Vale do Rio Doce tem o Governo Federal como seu maior acionista. Logicamente, então, a maior responsável financeira e de reconstrução passa a ser Dilma Rousseff. Talvez seja por isso que tenha demorado tanto tempo a visitar o local.
          No Wikipedia consta: O principal acionista da Vale é a União, através do BNDES, participações de fundos de previdência de suas estatais e de participação direta, que detêm a maioria das ações da Vale.
         Quem controla a Valepar é a Previ. Quem nomeia os diretores da Vale é a Valepar. Quem nomeia os diretores da Previ é o Banco do Brasil. Quem nomeia os diretores do Banco do Brasil é Dilma.
         Em 2013, o governo de Dilma Rousseff, criou à Agência Nacional de Mineração, que pelo jeito foi só mais uma agência reguladora para criar mais cabides de emprego, pois fiscalizar e normatizar, dá muito trabalho, e foi o que não fizeram. E se pesquisarmos mais a fundo,saberemos que a VALE na verdade,nunca foi privatizada, o que houve foi um acordão de FHC e os atuais mandantes do país.
         Resumindo,a Vale é dona de 50% da Samarco. O Governo Federal é dono de 49,8% da Vale. Quem é o maior responsável pela tragédia? O atual presidente da Vale, sr Murilo Ferreira, foi fincado lá pela Dilma Rousseff através da influência dos fundos de pensão. O presidente da empresa é da cota pessoal dela, logo quem manda ali é ela. Ela não sossegou enquanto não tirou o Roger Agnelli que era e de fato competente. A Vale hoje é usada politicamente como a Petrobras.
          De um modo geral o efeito obtido no caso de Mariana é o de banalização de uma matança e de um crime ambiental histórico. Como não houve chuvas, inventa-se um terremoto. A morte indescritível de moradores e a destruição de suas vidas e sonhos por uma empresa ganham, no máximo, uma cobertura de 20 segundos em jornal local, sem entrar no âmago da questão. Samarco é uma denominação jurídica, formada por grupos poderosos e esses formados por "pessoas", com o domínio do poder seja através do capital especulativo ou da força política que detém, manipulam e dominam.
           A mídia trata o caso, em especial a Rede Globo de televisão e jornalismo, com cuidados extremos, escolhendo criteriosamente o que falar ou divulgar para não chegar a instâncias superiores e desnudar "O Rei", agindo como se fizesse parte do sistema ser soterrado por uma lama tóxica enquanto se escuta a novela das oito.

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