A vantagem da candidata do PT à presidência da república, em relação a seus adversários conforme pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira, 22 era de 51% contra 42% de todos os outros somados, etc....
A pesquisa contratada pelo jornal folha de São Paulo e pela Rede Globo, foi realizada nos dias 21 e 22, em 444 municípios de todo o país, com 12,294 eleitores. O levantamento está registrado no TSE sob o No.31.330/2010, e a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, etc...
Enquanto estava navegando em busca de matérias ou fatos novos para alimentar um cérebro que se recusa a ficar inativo, dei de cara com a reportagem acima, publicada on-line no Jornal BondeNews do Paraná, e pus-me a ponderar:
Como é possível..., como pode ?
Como pode..., mesmo nos tempos atuais, as pessoas ainda acreditarem e até mesmo deixarem suas escolhas serem influenciadas por... pesquisas.
Como pode..., a preguiça mental se sobrepor a razão em um momento tão decisivo como as eleições?
Como pode..., acontecer de criaturas que se dizem alfabetizadas e até mesmo as que se tem como cultas e bem informadas, frequentarem rodas de discussão em todo o País para comentarem as posições dos candidatos na nova divulgação das "Pesquisas".
Como pode..., jornalistas de renome e (acredito eu) credibilidade citarem em suas matérias as pesquisas de "intenção de voto" como pré-release determinante do rumo final de uma eleição.
É absurdo mas neste pleito parece existir um mêdo velado, um receio escondido, uma conivência negociada entre os meios de comunicação e poderosos do poder para que tudo funcione conforme combinado ou então...
Acham absurdas as colocações acima? Estarei sofrendo de uma síndrome de perseguição por extraterrestres? Em suma endoidei ?
Bem, então vamos aos fatos:
Para qualquer um que possua duzia e meia de neurônios e, é claro, se decida a usa-los sugiro o seguinte cálculo:
Qual a extensão territorial do Brasil?
Quantos municípios possui nosso país?
Qual o número efetivo da população votante?
Paremos por enquanto, mesmo porque isso vai nos mostrar números impressionantes.
E aí a coisa simples começa a ficar complicada .
Para desmascarar a pesquisa acima, assim como as outras que porverntura se seguirem, a matemática se faz necessária:
Vejamos:
Segundo a reportagem do BondNews, em 444 municípios de todo o país foram ouvidos 12,294 eleitores, isso nos dá 27,69 eleitores por cidade visitada.
Considerando municípios pequenos com no mínimo 50.000 habitantes, a pesquisa nos afirma categoricamente que ouvindo 27 pessoas do total de 50.000 que moram e vivem em determinada cidade, o(a) candidato(a) fulano(a) de tal tem a preferência do eleitorado e a também maioria de votos para este pleito, com mais ou menos 2% de margem de erro.
Mesmo se o número total de 12,294 eleitores ouvidos pela pesquisa fossem de uma única cidade, ainda assim não teríamos uma base 100% confiável para qualquer afirmação de vantagem deste ou daquele candidato, quanto mais afirmarmos que 27 pessoas por município determinam o rumo de uma eleição.
Isso é uma afronta ao raciocínio.
Sem falar que a pesquisa, "agora devidamente desmascarada", pode ser efetuada em reduto eleitoral de fulano ou fulana de tal, e aí surgem as famosas pesquisas encomendadas, que carregam em seu bojo a clara intenção de colocar um candidato em vantagem sobre outro(s).
O eleitor de hoje pode até ser relapso, desatento e preguiçoso, mas com certeza não é burro para não perceber uma forçada de barra descarada, mesmo estando apoiada pela credibilidade indefectível das... "pesquisas".
Vejam bem, não sou a favor ou contra este ou aquele candidato, mas enquanto este país for democrático me recuso a ser feito de bobo e mentalmente manipulado.
A pesquisa contratada pelo jornal folha de São Paulo e pela Rede Globo, foi realizada nos dias 21 e 22, em 444 municípios de todo o país, com 12,294 eleitores. O levantamento está registrado no TSE sob o No.31.330/2010, e a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, etc...
Enquanto estava navegando em busca de matérias ou fatos novos para alimentar um cérebro que se recusa a ficar inativo, dei de cara com a reportagem acima, publicada on-line no Jornal BondeNews do Paraná, e pus-me a ponderar:
Como é possível..., como pode ?
Como pode..., mesmo nos tempos atuais, as pessoas ainda acreditarem e até mesmo deixarem suas escolhas serem influenciadas por... pesquisas.
Como pode..., a preguiça mental se sobrepor a razão em um momento tão decisivo como as eleições?
Como pode..., acontecer de criaturas que se dizem alfabetizadas e até mesmo as que se tem como cultas e bem informadas, frequentarem rodas de discussão em todo o País para comentarem as posições dos candidatos na nova divulgação das "Pesquisas".
Como pode..., jornalistas de renome e (acredito eu) credibilidade citarem em suas matérias as pesquisas de "intenção de voto" como pré-release determinante do rumo final de uma eleição.
É absurdo mas neste pleito parece existir um mêdo velado, um receio escondido, uma conivência negociada entre os meios de comunicação e poderosos do poder para que tudo funcione conforme combinado ou então...
Acham absurdas as colocações acima? Estarei sofrendo de uma síndrome de perseguição por extraterrestres? Em suma endoidei ?
Bem, então vamos aos fatos:
Para qualquer um que possua duzia e meia de neurônios e, é claro, se decida a usa-los sugiro o seguinte cálculo:
Qual a extensão territorial do Brasil?
Quantos municípios possui nosso país?
Qual o número efetivo da população votante?
Paremos por enquanto, mesmo porque isso vai nos mostrar números impressionantes.
E aí a coisa simples começa a ficar complicada .
Para desmascarar a pesquisa acima, assim como as outras que porverntura se seguirem, a matemática se faz necessária:
Vejamos:
Segundo a reportagem do BondNews, em 444 municípios de todo o país foram ouvidos 12,294 eleitores, isso nos dá 27,69 eleitores por cidade visitada.
Considerando municípios pequenos com no mínimo 50.000 habitantes, a pesquisa nos afirma categoricamente que ouvindo 27 pessoas do total de 50.000 que moram e vivem em determinada cidade, o(a) candidato(a) fulano(a) de tal tem a preferência do eleitorado e a também maioria de votos para este pleito, com mais ou menos 2% de margem de erro.
Mesmo se o número total de 12,294 eleitores ouvidos pela pesquisa fossem de uma única cidade, ainda assim não teríamos uma base 100% confiável para qualquer afirmação de vantagem deste ou daquele candidato, quanto mais afirmarmos que 27 pessoas por município determinam o rumo de uma eleição.
Isso é uma afronta ao raciocínio.
Sem falar que a pesquisa, "agora devidamente desmascarada", pode ser efetuada em reduto eleitoral de fulano ou fulana de tal, e aí surgem as famosas pesquisas encomendadas, que carregam em seu bojo a clara intenção de colocar um candidato em vantagem sobre outro(s).
O eleitor de hoje pode até ser relapso, desatento e preguiçoso, mas com certeza não é burro para não perceber uma forçada de barra descarada, mesmo estando apoiada pela credibilidade indefectível das... "pesquisas".
Vejam bem, não sou a favor ou contra este ou aquele candidato, mas enquanto este país for democrático me recuso a ser feito de bobo e mentalmente manipulado.
Texto: AnalfaBlog
Comentários: AnalfaBlog

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