

Uma cena do encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil), Evo Morales (Bolívia) e Hugo Chávez (Venezuela), na sexta-feira, em Riveralta, no norte da Bolívia, fez lembrar os (graças a Deus) idos tempos do "culto à personalidade" no bloco soviético. Na cidade em que Lula - alheio ao que parece às necessidades do povo Brasileiro - anunciou um empréstimo para o colega Evo Morales construir uma rodovia, soldados desfilavam diante de estandartes com as fotos dos três presidentes. Coincidencia ou não, as figuras dos três Presidentes latino-americanos foram dispostas de forma que faz lembrar as imagens dos patriarcas comunistas nos desfiles soviéticos do século passado nas comemorações do 1º de maio de 1964 ostentadas na Praça Vermelha, em Moscou. Se compararmos as situações, e trocarmos Lula, Morales e Chávez por Marx, Engels e Lenin (e substituirmos o bloco Sul Americano pelo Russo), a solenidade de Riveralta e o Dia do Trabalho Moscovita guardam semelhanças, e rezemos com muita fé para serem só semelhanças. Lí certa vez em uma postagem uma citação que fica a cutucar-me e a tirar o meu sossego, com sua clareza de palavras carregadas de uma verdade incômoda! "Não me tira o sono o brado do discurso, não me tira o sono o esbravejar dos líderes, não me tira o sono o grito dos sem ética e sem caráter, me preocupa o silencio dos bons"!
Fonte Zero Hora
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